THE CROSSING TIME
Edição nº 221 · 15 de outubro de 2026 · MobilidadeÉdition nº 221 · 15 octobre 2026 · MobilidadeIssue no. 221 · 15 October 2026 · Mobilidade
Banc des ministres no hemiciclo da Assemblée nationale (arquivo 2013)
Imigração · Trabalho · FinançasImmigration · Travail · FinancesImmigration · Work · Money
Eleição presidencial de 2027Présidentielle 20272027 presidential race

Taxa de 1.000 euros por ano por trabalhador de fora da UE: o que o RN propõe, e o que já existe hojeTaxe de 1 000 euros par an par salarié extra-européen : ce que propose le RN, et ce qui existe déjàA €1,000-a-year levy per non-EU worker: what the RN is proposing, and what already exists

A medida está no contraorçamento de Marine Le Pen e Jordan Bardella. Não é lei, foi rejeitada em comissão na Assembleia e divide empregadores. Explicamos quem seria atingido e quais regras já valem para quem contrata um estrangeiro.La mesure figure dans le contre-budget de Marine Le Pen et Jordan Bardella. Ce n'est pas une loi, elle a été rejetée en commission à l'Assemblée et divise les employeurs. Nous expliquons qui serait concerné et quelles règles s'appliquent déjà à l'embauche d'un étranger.The measure is in Marine Le Pen and Jordan Bardella's counter-budget. It is not law, it was rejected in committee at the National Assembly and it divides employers. We explain who would be affected and which rules already apply when hiring a foreign national.
Foto de arquivo: o banco dos ministros no hemiciclo da Assemblée nationale. Sunala / Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0Photo d'archives : le banc des ministres dans l'hémicycle de l'Assemblée nationale. Sunala / Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0File photo: the ministers' bench in the chamber of the Assemblée nationale. Sunala / Wikimedia Commons, CC BY-SA 3.0
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Redação · THE CROSSING TIMELa rédaction · THE CROSSING TIMEThe newsroom · THE CROSSING TIMEParis
Quinta-feira, 15 de outubro de 2026Jeudi, 15 octobre 2026Thursday, 15 October 2026 França · Imigração/TrabalhoFrance · Immigration/TravailFrance · Immigration/Work Leitura: 5 minLecture : 5 minReading: 5 min

"Taxe de 1 000 euros par an à l'embauche d'un extra-européen." A frase está na página 24 do contraorçamento de 71 páginas apresentado no início de outubro por Marine Le Pen e Jordan Bardella, do Rassemblement national (RN), segundo o Public Sénat. A ideia: cada empregador pagaria 1.000 euros por ano por funcionário que não seja cidadão da União Europeia, do Espaço Econômico Europeu ou da Suíça. O texto também foi apresentado como emenda ao projeto de Orçamento de 2027 pelo deputado Jean-Philippe Tanguy e rejeitado na comissão de finanças da Assembleia, podendo voltar no plenário. Para os cerca de 1,3 milhão de assalariados de fora da UE que, segundo o próprio RN, trabalham na França, e para quem os emprega, vale entender o que é proposta, o que é lei e o que já se paga hoje.« Taxe de 1 000 euros par an à l'embauche d'un extra-européen. » La phrase figure en page 24 du contre-budget de 71 pages présenté début octobre par Marine Le Pen et Jordan Bardella, du Rassemblement national (RN), selon Public Sénat. L'idée : chaque employeur paierait 1 000 euros par an et par salarié qui n'est pas citoyen de l'Union européenne, de l'Espace économique européen ou de la Suisse. Le texte a aussi été déposé comme amendement au projet de loi de finances 2027 par le député Jean-Philippe Tanguy et rejeté en commission des finances, avec la possibilité d'être redéposé en séance. Pour les quelque 1,3 million de salariés extra-européens qui, selon le RN lui-même, travaillent en France, et pour ceux qui les emploient, il est utile de distinguer ce qui est proposé, ce qui est la loi et ce qui se paie déjà."Taxe de 1 000 euros par an à l'embauche d'un extra-européen" (a €1,000-a-year tax on hiring a non-European). The line sits on page 24 of the 71-page counter-budget presented in early October by Marine Le Pen and Jordan Bardella of the Rassemblement national (RN), according to Public Sénat. The idea: every employer would pay €1,000 a year for each employee who is not a citizen of the European Union, the European Economic Area or Switzerland. The text was also tabled as an amendment to the 2027 finance bill by MP Jean-Philippe Tanguy and rejected in the Assembly's finance committee, though it could return in the full chamber. For the roughly 1.3 million non-EU employees who, by the RN's own count, work in France, and for those who employ them, it helps to separate what is proposed, what is law and what is already paid today.

1.000 €
Por ano e por assalariado de fora da UE (proposta do RN)Par an et par salarié extra-européen (proposition du RN)Per year per non-EU employee (RN proposal)
1,3 mi
Assalariados de fora da UE na França, segundo o RNSalariés extra-européens en France, selon le RNNon-EU employees in France, according to the RN
55%
De um salário bruto mensal: taxa que já existe para contratos de 12 meses ou mais (CESEDA)D'un salaire brut mensuel : taxe déjà existante pour les contrats de 12 mois ou plus (CESEDA)Of one month's gross salary: an existing tax for contracts of 12 months or more (CESEDA)
0
Efeito legal hoje: é proposta, não leiEffet juridique aujourd'hui : c'est une proposition, pas une loiLegal effect today: it is a proposal, not law
1 · O que diz a proposta1 · Ce que dit la proposition1 · What the proposal says

Quem pagaria, quanto e até quandoQui paierait, combien et jusqu'à quandWho would pay, how much and for how long

Segundo o Public Sénat, a taxa seria devida por qualquer empregador, público ou privado, com exceção dos particuliers employeurs (pessoas físicas que empregam, por exemplo, uma diarista ou uma babá), e valeria "enquanto a França não estiver em pleno emprego". O RN estima a receita em cerca de 1,3 bilhão de euros por ano. O The Connexion acrescenta que o partido reduz a conta para cerca de 1 bilhão, supondo que até 300 mil pessoas perderiam o emprego ou deixariam o país. Cidadãos da UE não seriam atingidos; o mesmo jornal observa que não está claro como ficariam os britânicos com cartão do Acordo de Retirada. A justificativa da emenda cita o exemplo dos Estados Unidos, que cobram uma taxa sobre os vistos H-1B desde 1998.Selon Public Sénat, la taxe serait due par tout employeur, public ou privé, à l'exception des particuliers employeurs (personnes qui emploient, par exemple, une aide ménagère ou une nounou), et s'appliquerait « tant que la France n'est pas au plein emploi ». Le RN chiffre la recette à environ 1,3 milliard d'euros par an. The Connexion ajoute que le parti ramène ce chiffre à environ 1 milliard, en supposant que jusqu'à 300 000 personnes perdraient leur emploi ou quitteraient le pays. Les citoyens de l'UE ne seraient pas concernés ; le même journal note que le sort des Britanniques titulaires d'une carte de l'accord de retrait n'est pas clair. L'exposé des motifs de l'amendement cite l'exemple des États-Unis, qui prélèvent une taxe sur les visas H-1B depuis 1998.According to Public Sénat, the levy would be owed by every employer, public or private, except particuliers employeurs (private individuals who employ, say, a cleaner or a nanny), and would apply "as long as France is not at full employment". The RN puts the revenue at around €1.3 billion a year. The Connexion adds that the party lowers this to about €1 billion, assuming up to 300,000 people would lose their jobs or leave the country. EU citizens would not be affected; the same paper notes it is unclear how Britons holding a Withdrawal Agreement card would be treated. The amendment's rationale cites the United States, which has charged a fee on H-1B visas since 1998.

"La seule discrimination que nous revendiquons."« La seule discrimination que nous revendiquons. »"The only form of discrimination we openly advocate."

Renaud Labaye, braço direito de Marine Le Pen, citado pelo Public SénatRenaud Labaye, bras droit de Marine Le Pen, cité par Public SénatRenaud Labaye, Marine Le Pen's right-hand man, quoted by Public Sénat
2 · O que já existe2 · Ce qui existe déjà2 · What already exists

Contratar alguém de fora da UE já tem regras e uma taxaEmbaucher un extra-européen a déjà des règles et une taxeHiring a non-EU national already has rules and a fee

A proposta se somaria a um sistema que já existe. Para contratar um estrangeiro de fora da UE que ainda não tem autorização de trabalho, o empregador precisa, em geral, que o posto esteja na lista de profissões em falta (métiers en tension) ou que a vaga tenha sido anunciada sem sucesso por pelo menos três semanas. E, para contratos de 12 meses ou mais, já existe uma taxa paga pelo empregador, prevista no artigo L. 436-10 do CESEDA (o código de entrada e residência de estrangeiros): 55% de um salário bruto mensal, dentro de um teto regulamentar, o que o Public Sénat calcula em cerca de 1.100 euros para um salário bruto de 2.000 euros. A diferença é que essa taxa atual é paga na contratação, enquanto a do RN seria anual e alcançaria também quem já está empregado. As regras exatas de cada caso estão em service-public.fr e no portal oficial de autorizações de trabalho.La proposition s'ajouterait à un système existant. Pour embaucher un étranger extra-européen qui n'a pas encore d'autorisation de travail, l'employeur doit en général proposer un poste figurant sur la liste des métiers en tension ou avoir publié l'offre sans succès pendant au moins trois semaines. Et, pour les contrats de 12 mois ou plus, il existe déjà une taxe à la charge de l'employeur, prévue à l'article L. 436-10 du CESEDA : 55 % d'un salaire brut mensuel, dans la limite d'un plafond réglementaire, soit environ 1 100 euros pour un salaire brut de 2 000 euros selon le calcul de Public Sénat. La différence : la taxe actuelle est payée à l'embauche, alors que celle du RN serait annuelle et toucherait aussi les salariés déjà en poste. Les règles précises de chaque situation figurent sur service-public.fr et sur le portail officiel des autorisations de travail.The proposal would sit on top of an existing system. To hire a non-EU national who does not yet have work authorisation, an employer generally needs the job to be on the shortage-occupation list (métiers en tension) or to have advertised it unsuccessfully for at least three weeks. And for contracts of 12 months or more, there is already an employer-paid tax under article L. 436-10 of the CESEDA (France's code on the entry and residence of foreigners): 55% of one month's gross salary, within a regulatory cap, which Public Sénat works out at about €1,100 for a €2,000 gross salary. The difference is that today's tax is paid once at hiring, while the RN's would be annual and would also cover people already employed. The exact rules for each case are on service-public.fr and the official work-authorisation portal.

3 · As reações3 · Les réactions3 · The reactions

Empregadores e economistas contestam, o RN defende a "preferência nacional"Employeurs et économistes contestent, le RN défend la « préférence nationale »Employers and economists push back, the RN defends "national preference"

Segundo o The Connexion, Marine Le Pen defendeu a medida numa feira agrícola em 7 de outubro, argumentando que a mão de obra estrangeira tem um custo para a sociedade. A proposta faz parte do projeto do RN de inscrever a "preferência nacional" na Constituição, o que, segundo o jornal, exigiria uma revisão constitucional que juristas já consideraram contrária ao direito. Do lado das empresas, a organização Les Entrepreneurs (antiga CPME), presidida por Amir Reza-Tofighi, pediu que a ideia seja confrontada com a realidade do terreno; o secretário-geral do SDI, Marc Sanchez, perguntou ao Public Sénat "como uma taxa anual adicional de 1.000 euros fará aparecer um cozinheiro ou um pedreiro?"; e a Fédésap, do setor de serviços à pessoa, chamou o plano de irrealista, lembrando que algumas empresas associadas têm cerca de 60% de trabalhadores estrangeiros. A Emmaüs France alertou para o efeito sobre suas empresas de inserção, e a economista Christine Erhel (Cnam) lembrou que a mão de obra estrangeira é essencial num país em que a população em idade de trabalhar diminui.Selon The Connexion, Marine Le Pen a défendu la mesure lors d'un salon agricole le 7 octobre, en faisant valoir que la main-d'œuvre étrangère a un coût pour la société. La proposition s'inscrit dans le projet du RN d'inscrire la « préférence nationale » dans la Constitution, ce qui, selon le journal, exigerait une révision constitutionnelle que des juristes ont déjà jugée contraire au droit. Côté entreprises, Les Entrepreneurs (ex-CPME), présidés par Amir Reza-Tofighi, demandent que l'idée soit confrontée aux réalités du terrain ; le secrétaire général du SDI, Marc Sanchez, a demandé à Public Sénat : « Comment une taxe supplémentaire annuelle de 1 000 euros fera apparaître un cuisinier ou un maçon ? » ; et la Fédésap, du secteur des services à la personne, a jugé le plan irréaliste, rappelant que certaines entreprises adhérentes comptent environ 60 % de salariés étrangers. Emmaüs France a alerté sur l'effet pour ses entreprises d'insertion, et l'économiste Christine Erhel (Cnam) a rappelé que la main-d'œuvre étrangère est essentielle dans un pays où la population en âge de travailler diminue.According to The Connexion, Marine Le Pen defended the measure at an agricultural fair on 7 October, arguing that foreign labour comes at a cost to society. The proposal is part of the RN's plan to write "national preference" into the Constitution, which, the paper says, would require a constitutional revision that lawyers have previously judged unlawful. On the business side, Les Entrepreneurs (formerly CPME), chaired by Amir Reza-Tofighi, asked for the idea to be tested against realities on the ground; SDI secretary general Marc Sanchez asked Public Sénat "how will an extra annual tax of €1,000 make a cook or a bricklayer appear?"; and Fédésap, from the home-care sector, called the plan unrealistic, noting that some member firms have around 60% foreign staff. Emmaüs France warned of the impact on its work-integration enterprises, and economist Christine Erhel (Cnam) noted that foreign labour is essential in a country whose working-age population is shrinking.

O que isso muda hoje para você · Resumo práticoCe que cela change aujourd'hui pour vous · En pratiqueWhat it changes for you today · In practice

  • Nada muda agora: é uma proposta de partido e uma emenda rejeitada em comissão; não há nova taxa em vigor.Rien ne change pour l'instant : c'est une proposition de parti et un amendement rejeté en commission ; aucune nouvelle taxe n'est en vigueur.Nothing changes now: it is a party proposal and an amendment rejected in committee; no new levy is in force.
  • Seu título continua valendo: a autorização de trabalho depende do seu título de residência, não desta proposta.Votre titre reste valable : l'autorisation de travail dépend de votre titre de séjour, pas de cette proposition.Your permit still stands: your right to work depends on your residence permit, not on this proposal.
  • Cidadãos da UE, do EEE e da Suíça: não seriam atingidos pela taxa proposta.Citoyens de l'UE, de l'EEE et de la Suisse : ils ne seraient pas concernés par la taxe proposée.EU, EEA and Swiss citizens: would not be covered by the proposed levy.
  • Para acompanhar: o debate do Orçamento de 2027 no plenário (assemblee-nationale.fr) e as regras atuais de contratação em service-public.fr.Pour suivre : le débat du budget 2027 en séance (assemblee-nationale.fr) et les règles actuelles d'embauche sur service-public.fr.To follow: the 2027 budget debate in the chamber (assemblee-nationale.fr) and current hiring rules on service-public.fr.
  • Dúvida sobre um caso concreto: procure uma associação de apoio a estrangeiros ou um advogado; esta matéria não é aconselhamento jurídico.Question sur un cas précis : adressez-vous à une association d'aide aux étrangers ou à un avocat ; cet article n'est pas un conseil juridique.A question about a specific case: contact an association that supports foreign nationals or a lawyer; this article is not legal advice.

Nota Editorial · VerificaçãoNote éditoriale · VérificationEditorial note · Verification

Fontes: Public Sénat (publicsenat.fr, Simon Barbarit, 9/10/2026) e The Connexion (connexionfrance.com, Zane Lilley, 8/10/2026, atualizado em 9/10). Confirmado (2 fontes): valor de 1.000 euros por ano por assalariado de fora da UE/EEE/Suíça; inclusão no contraorçamento do RN; estimativa de 1,3 milhão de assalariados e 1,3 bilhão de euros; reação negativa de organizações de empregadores. Atribuído: página 24 de 71, emenda Tanguy rejeitada em comissão, exceção dos particuliers employeurs, condição do pleno emprego, citação de Labaye, reações de Reza-Tofighi, Sanchez, Emmaüs e Erhel, cálculo de cerca de 1.100 euros da taxa CESEDA (Public Sénat); fala de Le Pen em 7/10, redução para 1 bilhão, Fédésap, Britânicos do Acordo de Retirada, necessidade de revisão constitucional (The Connexion). A frase de Le Pen foi parafraseada porque só a tradução inglesa estava disponível. Não verificado: texto integral da emenda no site da Assemblée; teto regulamentar exato da taxa L. 436-10 em 2026. Matéria explicativa, sem tomar partido na eleição de 2027 e sem aconselhamento jurídico.Sources: Public Sénat (publicsenat.fr, Simon Barbarit, 9/10/2026) et The Connexion (connexionfrance.com, Zane Lilley, 8/10/2026, mis à jour le 9/10). Confirmé (2 sources): montant de 1 000 euros par an et par salarié hors UE/EEE/Suisse; inscription au contre-budget du RN; estimation de 1,3 million de salariés et 1,3 milliard d'euros; réaction négative d'organisations d'employeurs. Attribué: page 24 sur 71, amendement Tanguy rejeté en commission, exception des particuliers employeurs, condition du plein emploi, citation de Labaye, réactions de Reza-Tofighi, Sanchez, Emmaüs et Erhel, calcul d'environ 1 100 euros pour la taxe CESEDA (Public Sénat); propos de Le Pen le 7/10, ramené à 1 milliard, Fédésap, Britanniques de l'accord de retrait, nécessité d'une révision constitutionnelle (The Connexion). Les propos de Le Pen sont paraphrasés car seule la traduction anglaise était disponible. Non vérifié: texte intégral de l'amendement sur le site de l'Assemblée; plafond réglementaire exact de la taxe L. 436-10 en 2026. Article explicatif, sans prendre parti dans la présidentielle 2027 et sans conseil juridique.Sources: Public Sénat (publicsenat.fr, Simon Barbarit, 9 Oct 2026) and The Connexion (connexionfrance.com, Zane Lilley, 8 Oct 2026, updated 9 Oct). Confirmed (2 sources): the €1,000 a year per non-EU/EEA/Swiss employee; its place in the RN counter-budget; the estimate of 1.3 million employees and €1.3 billion; negative reaction from employer organisations. Attributed: page 24 of 71, the Tanguy amendment rejected in committee, the exemption for particuliers employeurs, the full-employment condition, the Labaye quote, reactions from Reza-Tofighi, Sanchez, Emmaüs and Erhel, the roughly €1,100 calculation for the CESEDA tax (Public Sénat); Le Pen's remarks on 7 Oct, the €1 billion revision, Fédésap, Withdrawal Agreement Britons, the need for a constitutional revision (The Connexion). Le Pen's words are paraphrased because only the English translation was available. Not verified: the full text of the amendment on the Assembly website; the exact 2026 regulatory cap of the L. 436-10 tax. An explanatory article, taking no side in the 2027 election and offering no legal advice.

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